segunda-feira, 30 de junho de 2008
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Definitivamente faz-me lembrar a era da palinha, as mini saias, o gelado mua-mua e o verão:)
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domingo, 29 de junho de 2008
Há cerca de três semanas vi pela primeira vez um show de shibari. Apesar de não estar tão atenta quanto gostaria (as fontes de distracção eram muitas), trouxe o bichinho comigo para casa.
Realmente o que vi nada se compara ao que tenho visto... o shibari é uma arte de inigualável beleza, mistério e sensualidade... é a perfeita materialização da donzela em apuros. Inocência e perversidade lado a lado (love it:P).
Não, ainda não fui amarrada (nem penso em fazê-lo), sou mais do género do que amarra (não por desprezar o gosto de ser dominado, pelo contrário, mas pelo prazer de oferecê-lo a alguém).
Não deixa de ser curioso percebermos as "origens" de tal prática:
Shibari é uma arte nascida no Japão. Para compreendermos o enquadramento da mesma torna-se fundamental recuar ao Japão medieval onde os Samurais aprendiam, entre outras, a arte de capturar e deter o inimigo com o auxílio de cordas.
No estudo das artes da guerra, os guerreiros praticavam quatro formas de tortura: chicotadas, pressão em partes do corpo do prisioneiro com rochas pesadas, restrição de movimentos e suspensão por cordas. As cordas eram utilizadas para causar má circulação, imobilização e posições humilhantes.Dentro desta última técnica de tortura eram usados diferentes tipo de corda consoante o crime praticado pelos prisioneiros.
Com o fim da era medieval e consequente término do recurso à tortura, as mesmas técnicas anteriormente utilizadas de forma coerciva e correctiva, continuaram a ser utilizadas num contexto estético e sexual. Por volta de 1960 a fama mundial do Shibari atingiu tal nível que foram organizados em diversos pontos do globo exibições em teatro da referida arte. Basicamente os shows englobam duas pessoas: o mestre que amarra eroticamente a sua dorei(escrava).
Depois disto e só mesmo para completar, a incontornável música do Iggy Pop:
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Confesso que o filme ficou muito aquém das minhas expectativas. Voltei a vê-lo este fim de semana na esperança de mudar de opinião, afinal não, a minha opinião ainda não é descartável. Esperava muito desta adaptação ao clássico Sweeney Todd por parte do Tim Burton, ele deu-me pouco.. pouco entusiasmo, pouco encanto, pouco tempo... Ainda assim resgisto aqui, aquele que para mim foi um dos melhores temas do filme.
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sexta-feira, 27 de junho de 2008
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quinta-feira, 26 de junho de 2008
Estava aqui sentada a ver mais um filme até que ouvi algo que me fez muito sentido. Viajei num instantinho à nossa conversa de final de tarde e não podia deixar de vir aqui partilhar contigo.
O filme fala sobre um filósofo condenado à pena de morte que dedica a sua vida a um debate intenso sobre a natureza dos desejos (entre outras coisas). Segundo ele, os desejos apenas têm força enquanto se mantêm como tal, quando se realizam passam a trivialidades.
Como sabes, gostava de ter em meu poder um comando que reagisse à minha vontade, aos meus desejos, gostava ainda de ter uma varinha de condão que me transportasse para junto de ti sempre que o meu pensamento o manifestasse, gostava de ter uma borrachinha mágica que apagasse as desilusões e deixasse livre o caminho do amor.
Como já deves ter reparado, não tenho nada disto que gostava de ter, não são coisas que possa colocar na lista do Pai Natal e sorrir de alegria por as desembrulhar.São desejos, apenas desejos..
Hoje tenho-te a ti no meu coração, nas minhas lágrimas, na minha insónia. Hoje respiro-te, vivo-te, desejo-te... Hoje és a minha força, o meu desejo.. Pelo menos saber que não vou realizá-lo traz-me o conforto de saber que não perderá a força em mim.
Podes não perceber, podes estar demasiado triste comigo para escutar... mas hei-de sempre ter-te comigo, se quiseres hás-de sempre encontrar-me em ti... nada nos separa, nem o tempo, nem a distância, nem as dificuldades. Afinal... são apenas desejos.
Miss u, Love u
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Se recuarmos no tempo até aquela que foi uma das grande referências do ocidente, a antiguidade clássica, encontramos em vários textos de pensadores a defesa da inclusão da mulher no mundo político. Os escritos de Platão remetem à necessidade de inclusão da mulher no funcionamento da pólis. Na República, lê-se que a mulher deve receber a mesma educação ministrada ao homem, qual seja, o ensino da música, ginástica e também da guerra. Preocupante é que há pouco mais de uma década, em 1995 na Plataforma de Acção de Pequim ainda se estivesse a definir como uma das prioridads a questão da mulher no exercício do poder e na tomada de decisões e a apontar medidas concretas que deveriam ser adoptadas por governos, sector privado, instituições académicas e organizações não-governamentais para que as mulheres tenham maior acesso e uma participação efectiva nas estruturas de poder e na tomada de decisões. Ao aumentar essa influência em todos os níveis da vida pública, aumentam as possibilidades de mudança em direcção à igualdade de géneros e ao empowerment da mulher, no desenho de uma sociedade mais justa e democrática.
O voto de Carolina Beatriz Ângelo nas eleições da Assembleia Constituinte, em 1911, foi o primeiro representativo das mulheres quer em Portugal, quer no contexto europeu. Este voto foi conseguido com base numa omissão da lei que não referia que o chefe de família tinha de ser do sexo masculino. Foi também disputada por Ana de Castro Osório esta tentiva de voto, mas como era casada, a possibilidade de o conseguir nem sequer se colocava.
Este acontecimento permite-nos abordar dois aspectos, primeiro que politicamente as mulheres em Portugal viveram desde o início do século passado num quadro jurídico-constitucional que não obstante ser dos mais avançados no que a este assunto diz respeito, não reflecte nem mobilização das mulheres nem o espaço dado pelos homens para a sua livre concretização. O segundo que a luta das mulheres pelo acesso à participação política, apesar de cada vez mais ténue desde os anos 90, mostra claramente uma cisão entre aquelas que têm um poder associado a um partido ou ao governo e as feministas. Em ambos os casos os traços de ideologia distintivos parecem sobrepor-se à procura de um plano global de acção que se concentre mais no resultado que no seu próprio âmago.
O desentendimento entre Ana de Castro Osório e Adelaide Cabete, por não terem a liberdade de acção desejado para as lojas maçonas, depois um trabalho assinalável feito junto dos republicanos no interior da maçonaria, veio a ser a ocorrência mais marcante desta realidade e a maior perda do feminismo e do sufragismo portugueses.
Com uma nova forma de abordagem, através da literatura, assistimos entre 60 e 70, à discussão do sentir e das realidades femininas por Maria Lamas, Maria Velho da Costa, Maria Isabel Barreno e Maria Teresa Horta. Também Maria de Lourdes Pintasilgo, vem dar os primeiros passos para a constituição do que se chamará mais tarde a Comissão da Condição Feminina, tendo sido a única mulher em Portugal a ocupar a Pasta de Primeira Ministra.
A estes podiamos ainda juntar os nomes de Natália Correia, Maria Isabel Aboim Inglês, Sofia de Mello Breiner, e outros mais recentes como Leonor Beleza ou Odete Santos que trabalharam para que a sociedade fosse mais inclusiva e que a representatividade nos órgãos eleitos fosse mais consentânea com a composição da sociedade.
Contudo podemos será que podemos afirmar que estas mulheres tiveram uma acção realmente marcada do seu género ou desenvolveram políticas baseadas em modos de ver e perceber a realidade distintos? Será que podemos dizer que elas alcançaram realmente os direitos que reivindicavam, como o divórcio, ou estes foram apenas concedidos, pelo interesse que o género masculino também tinha nos mesmos?Nos primeiros anos da democracia portuguesa que se seguiram a 1974, as mulheres ganharam socialmente uma igualdade progressiva como foi o direito de voto, o acesso a todas as carreiras profissionais e deixarem de depender dos maridos em diversas circunstâncias, sem ter de para isto mobilizar as organizações femininas existentes ou de encetar uma conquista dura. As alterações reflectiam finalmente o sistema sem que as mulheres tivessem que se emancipar pela força. Não quero tirar de forma alguma o valor desta evolução, o que se pretende aqui perceber é a conjuntura história que está na origem do perfil das mulheres e da sua relação com o poder e a política. A sua posição de vítima acaba por ser de uma “vítima culpada” ou seja, apesar do seu sentido agudo para rever e se envolver nas questões sociais, a verdade é que não há um poder de organização e liderança de forma pacífica e frutuosa o suficiente para fazer a diferença. Não houve propriamente movimentos de massas femininos, apenas vários grupos de mulheres como as Sufragistas, a Liga das Mulheres Republicanas ou a Maçonaria.
Acredito que o advento da mudança virá da espera privada e com a progressiva entrada da mulher nas multinacionais e nos ambientes empresariais de topo. A aculturação a uma realidade que exige constantemente negociação e pontes para chegar a objectivos concretos levará necessariamente a uma mudança de paradigma. Já não se trata de se distinguir ou de ser notável num tempo em que o poder é masculino, já não se trata de impor uma posição, uma regra, como quem dirige uma casa, trata-se de um espaço onde as valências de cada um valem tanto mais quanto mais valer o todo em que se inserem. Até aqui as mulheres distinguiam-se na medicina, no direito, na educação e noutros campos onde o génio per si valia, o desafio que agora se põe é outro, o da liderança e da estrutura.
Antes de terminar, gostaria de partilhar convosco a teoria de Kjell Nordström, guru do novo mundo dos negócios. A sua teoria chama-se Evelution e defende que dentro de 25 anos assistiremos à queda do poder do homem no mundo empresarial passando a mulher a ocupar os lugares de topo dentro das organizações. No passado a indústria, a tecnologia, exigiam força e resistência física portanto a ideia de ser o homem a liderar fazia sentido. Hoje com um computador, um comando, consegue-se gerir um império, as exigências mudaram e as capacidades exigidas a um líder também. Curiosamente o interessante de tudo isto é que a maior mudança política dos nossos tempos, dar-se-à por motivos completamente alheios à política e ao pensamento teórico, e acontecerá ascendentemente. O desafio que ai vem põe-se tanto à mulher, como ao homem que assistirá a uma mudança na sua forma de viver.
Mais mulheres em cargos de decisão não é sinónimo de mais medidas políticas promotoras da igualdade de género, mas é representativo de uma evolução social que terá implicações políticas. Como é evidente não é necessário ser-se mulher para desenvolver esta ou aquela medida em benefício de uma sociedade mais justa, o importante é que cada um de nós traga para o exercício da política nos lugares de decisão o seu legado de experiências e realidades vividas e esteja de facto disposto a vincular as suas acções à sua visão e não apenas a fazer uma colagem ao pensamento vigente. Ás mulheres já foi preciso o saber fazer, agora é preciso que saber pensar o mundo, ganhar o domínio do pensamento geo-político e estratégico que até agora foi da esfera masculina. A mulher, como disse a fotografa norte americana Barbara Kruger, “é mais”. Mais emoção, mais abragência, mais capacidade de concretizar mais coisas ao mesmo tempo. Não podemos apenas pedir mais, temos de ser mais!
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quarta-feira, 25 de junho de 2008

Que o dia de hoje seja muito feliz,
Que a tua vida seja repleta de todas as coisas boas que mereces,
Que todos os dias sorrias porque sabes que te amamos,
Que te olhes sempre ao espelho e vejas uma linda fada...
Feliz aniversário querida! Sê hoje e sempre tu!
Lublu:D
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Este Congresso pretende constituir-se como um acontecimento de carácter científico e interventivo, englobando as/os principais investigadoras e investigadores do campo dos estudos sobre as mulheres, dos estudos de género e dos estudos feministas em Portugal, bem como das e dos activistas que, no terreno, se envolvem na luta pela transformação de uma sociedade hierarquizada e desigual, muitas vezes, colonizadora e predadora do mundo social e natural, contribuindo para a construção de uma comunidade de activistas e cientistas que defendem um mundo mais igualitário, onde o respeito pelos direitos humanos e pela riqueza cultural sejam metas a atingir na corrida contra a violência.
A minha participação será neste bloco, em vez da Maria Belo, e teria muito gosto que aparecessem por lá e dessem o vosso contributo :)
Dia 26
14h – 16h Sala 2 Mulheres e Lideranças
Moderação: Albertina Jordão M. Helena de Koning
Maria Belo - O feminismo como movimento social e intelectual e sua articulação com o processo de decisão política
Magda Alves e Alfredo Campos - Associativismo estudantil e participação das mulheres: o caso da AAC
Danielle Capella, Anabela Santos, Carla Cerqueira e Sylvie Oliveira - UMAR – núcleo de Braga: Derrubando muralhas para criar pontes
Marcos Mendonça - A mulher na comunidade quilombola do Curiaú no Amapá: participação, empowerment e liderança
Cecília Honório - Mulheres e lideranças partidárias
Ana Cristina Assis - Reconhecer-se além fronteiras
Mais info:
http://www.congressofeminista2008.org/
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terça-feira, 24 de junho de 2008
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segunda-feira, 23 de junho de 2008

Podem sempre dar um vistinha de olhos em http://www.discoteca-obato.com/
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O facto de, em alguns momentos da história se ter assistido a uma obediência à autoridade inquestionável, levou Stanley Milgram a conduzir um estudo notável sobre o tema. É importante salientar a definição que Milgram atribui ao conceito de obediência: esta é uma acção manifesta que se operacionaliza no fazer algo a mando de alguém.
Milgram definiu uma situação experimental na qual o experimentador assumia um papel de autoridade ao orientar um participante (professor) a cometer actos que prejudicavam uma terceira pessoa (aluno), comparsa do experimentador. O objectivo principal do estudo consistia em compreender em que condições os participantes cumpririam ordens moralmente questionáveis.
A experiência exigia que o professor ensinasse ao aluno uma lista de pares de palavras e que punisse os seus erros através da administração de choques electricos cuja intensidade aumentaria proporcionalemente ao aumento das falhas.
Os resultados do estudo, ao contrário do que era esperado pelo próprio autor, mostraram que dos quarenta participantes, vinte e seis (65%) levaram o objectivo até ao fim administrando choques na ordem dos 450 volts (fatais). Embora 35% dos participantes não tivesse obedecido totalmente, todos administraram pelo menos 300 volts, apesar das reacções dolorosas manifestadas pelo aluno (que previamente havia sido instruído nesse sentido, visto que na verdade a administração dos choque não passava de uma encenação).
Quem me conhece sabe perfeitamente o meu fascínio por este tema, Apesar de vos apresentar de uma forma muito limitada e simplista a experiência realizada por Stanley Milgram vale a pena conhecer um pouco mais dos contornos da mesma. Por muito "batida" e desactualizada que esta esteja (como alguns "pensantes" defendem) ainda hoje dou por mim a pensar, e eu o que faria?
Vale a pena perder um bocadinho de tempo e pensarmos nos nossos limites, nas nossas fronteiras e barreiras, até que ponto estamos dispostos de abdicar da nossa liberdade e consequente responsabilidade para nos sentarmos no confortável banco da obediência. Afinal não fui eu que quiz... foi ele que mandou!
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domingo, 22 de junho de 2008
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...e assim me aconhego na noite branda como se houvesse outro corpo quente para me abraçar até o sono me vir buscar.
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sábado, 21 de junho de 2008
Come away with me in the night
Come away with me
And I will write you a song
Come away with me on a bus
Come away where they can't tempt us
With their lies
I want to walk with you
On a cloudy day
In fields where the yellow grass grows knee-high
So won't you try to come
Come away with me and we'll kiss
On a mountaintop
Come away with me
And I'll never stop loving you
And I want to wake up with the rain
Falling on a tin roof
While I'm safe there in your arms
So all I ask is for you
To come away with me in the night
Come away with me
Norah Jones
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É Oficialmente Verão! :)
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O gato é uma maquininha
que a natureza inventou;
tem pêlo, bigode, unhas
e dentro tem um motor.
Mas um motor diferente
desses que tem nos bonecos
porque o motor do gato
não é um motor elétrico.
É um motor afetivo
que bate em seu coração
por isso ele faz ron-ron
para mostrar gratidão.
No passado se dizia
que esse ron-ron tão doce
era causa de alergia
pra quem sofria de tosse.
Tudo bobagem, despeito,
calúnias contra o bichinho:
esse ron-ron em seu peito
não é doença - é carinho
Adriana Calcanhoto
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sexta-feira, 20 de junho de 2008
Adoro esse teu modo de ser às vezes calmo como o silêncio do adormecer, às vezes voraz como o grito da liberdade, às vezes frágil como o entardecer, às vezes forte como o vento de Inverno.
Adoro o teu modo de ser, tão único e singular, tão teu, tão genuíno, tão especial.
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Vá, roam-se todos de inveja:P É verdade, são assim os meus pequenos almoços e imaginem lá a melhor parte... na caminha!:)
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Where do we go nobody knows
Don't ever say you are on your way down, when
God gave you style and gave you grace
And put a smile upon your face
Coldplay, God put a smile upon your face
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quinta-feira, 19 de junho de 2008
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quarta-feira, 18 de junho de 2008
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terça-feira, 17 de junho de 2008
Marcadores: Fatias de Felicidade
Marcadores: Tenderness
A presença de uma equipa chinesa, proveniente de Weifang, na Província de Shandong, constituirá um atractivo adicional ao festival, que há muito desperta o interesse de muitos, que se deslocam a Alcochete propositadamente para ver o engenho de quem os constrói e a perícia de quem os manobra na sua dança nos céus.
PROGRAMA
Lançamento de 100 papagaios pintados pelos alunos da disciplina de Artes da Escola Secundária de Palmela
Espectáculo com Stafford Wallace (Papagaios de combate indianos)
Combate com Papagaios Japoneses
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segunda-feira, 16 de junho de 2008
Parabéns meu amigo,
Parabéns por tudo o que és e construiste!
Parabéns pelas obras, pelas vitórias e paras derrotas onde ganhaste força e fôlego.
Parabéns por mais um dia,
Parabéns por todos os dias somados que juntaste até agora,
Parabéns pelas lágrimas derramadas e pelas gargalhadas,
Parabéns pelos ensaios e pelas subidas ao palco,
Parabéns pelas feridas e pelas memórias.
Parabéns pelo Homem que és.
Parabéns!
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Talvez não ser é ser sem que tu sejas,
sem que vás cortando o meio-dia
como uma flor azul, sem que caminhes
mais tarde pela névoa e pelos tijolos,
sem essa luz que levas na mão
que talvez outros não verão dourada,
que talvez ninguém soube que crescia
como a origem vermelha da rosa,
sem que sejas, enfim, sem que viesses
brusca, incitante, conhecer a minha vida,
rajada de roseira, trigo do vento,
e desde então sou porque tu és,
e desde então és, sou e somos,
e por amor serei, serás, seremos.
Pablo Neruda
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Hoje é aquele dia em que todas as palavras me parecem pequenas para te dizer o que quero. Gostava de conseguir escrever as mais belas baladas, gostava que as palavras florescessem e que a beleza do mundo inteiro se condensasse nesta folha de papel.My sweet prince, you are the one
Tua,
Bé
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2. Comer gomas em viagem – não falha!
3. Almoçar gelado no chiado e ver as pessoas e os eléctricos passar lá fora noutra realidade, noutro tempo;
4. Fazer jantaradas em casa e receber os amigos com um sorriso, mi casa, su casa;
5. Escrever postais, cartas, bilhetes e envia-los pelo correio para ti;
6. Andar na praia e sentir a areia húmida colar-se aos pés;
7. Tocar a tua pele com a ponta dos dedos;
8. O cheiro da fruta madurinha ;)
9. Lençóis lavados e frescos na cama;
10. Descobrir sítios novos para sair;
11. Cinematecar com um balde de pipocas no colo e uma boa companhia;
12. Fazer planos para o futuro como se pudesse tudo;
13. Descobrir perfume de alguém que amo num transeunte e sorrir com a presença evocada;
14. Partilhar a sobremesa, repartida sabe melhor J
15. Rir, alto, baixo, discreta ou indiscretamente;
16. Sapatos, muitos sapatos – Compreendes-me bem hihihi
17. Lingerrrrrrrrrrie sexy;
18. Acordar de madrugada e ficar a ver-te dormir ao meu lado;
19. Ir ao ginásio e sentir o suor escorrer fininho pelas costas;
20. Andar de barco com o sol a bater na cara e o vento nos cabelos;
21. Fazer chá com o seu ritual de calma e bebe-lo no silêncio de quem se deixa levar pelo tempo interno;
22. Viajar; alugar quartos de hótel e reparti-los à sucapa;
23. Estar num sítio longínquo e procurar coisas que me lembrem quem amo;
24. Fazer origamis e tatuar-lhe poemas nas dobras internas;
25. Contemplar a beleza e partilha-la
26. Beijar;
27. O marulhar;
28. Ter saudades e mata-las num abraço de reencontro;
29. Telepatias perfeitas aprendidas de nos apreendermos;
30. Existir aqui junto de ti;)
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domingo, 15 de junho de 2008
Marcadores: Friendship; Saudade
Marcadores: Fatias de Felicidade
Há momentos em que as palavras nos falham, desaparecem sobre nós, nos são arrancadas e nada fica além do silêncio. Não sei lidar com o silêncio, com a ausência, com a falta.Não gosto de brincar com a saudade, com o palco de afeições, com a distância. Gosto de compreender tudo e todos numa assunção de poder divino mas mais não consigo fazer do que me enroscar nas minhas próprias ideias, sentir as faces coradas e alojar-me no vazio que encontro.
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sábado, 14 de junho de 2008
Marcadores: Freedom;

Para pessoas "espectaculares":
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Oh it’s healing bang bang bang
I can hear your canons call
You’ve been aiming at my land
Your hungry hammer’s falling
And if you want me, I’m your country
I’m an angel bored like hell
And you’re a devil meaning well
You steal my lines and you strike me down
Come raise your flag upon me
And if you want me, I’m your country
If you win me I’m forever, oh yeah
Cause you’re the storm that I belived in
And all this peace has been deceiving
I like the sweet life and the silence
But it’s the storm that I believe in
Come and conquer and drop your bombs
Cross my borders and kill the calm
Bear your fangs and burn my wings
I hear bullets singing
And if you want me, I’m your country
If you win me I’m forever, oh yeah
Cause you’re the storm that I belived in
And all this peace has been deceiving
I need some wind to get me sailing
So it’s the storm that I believe in
You FILL my heart you keep mE breathing
Cause you’re the storm that I believe in
And if you want me i'm your country
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Clarice Lispector
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sexta-feira, 13 de junho de 2008
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- O que é que "cativar" quer dizer?
-Quer dizer que se está ligado a alguém, que se criaram laços com alguém.
-Laços?
- Sim, laços - disse a raposa. - ...
- Eu não tenho necessidade de ti. E tu não tens necessidade de mim. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único no mundo e eu serei para ti, única no mundo...
(Le Petit Prince de Antoine de Saint-Exupéry)
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daqueles que ainda sabem semear no campo,
o trigo, alegremente.
E perceber que a cada movimento,
o trigo cresce e traz sempre consigo
a força de gerar nova semente.
Beijar-te a face é conceder-te o gesto pleno,
daqueles que ainda sabem desbravar a terra
e replantar o chão.
E nele, receber qualquer estranho.
E nele, abrigar qualquer amigo.
E dividir o vinho e repartir o pão.
Beijar-te a face é conceder-te o brilho ardente,
daqueles que ainda sabem sublimar
o tempo e a medida do prazer.
E toda essa certeza,
e toda essa magia
de ainda ser a vida
e de conter a morte
no ato natural de se viver.
Katia Drummond
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quinta-feira, 12 de junho de 2008
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Marcadores: Before going to bed
Marcadores: Hottie
Estou sentada no parapeito da janela. Lá fora ouço os passarinhos numa desgarrada e sinto mais um raio de sol a massajar-me o ombro. Sinto o calor de ser feliz a invadir-me, olho para o azul do céu e sorrio. Sinto que sou filha da terra, que pertenço tanto ao ar como ele me pertence a mim, que baloiço ortogonalmente por entre as tenras flores, que elas me fitam, me falam, me conhecem.
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quarta-feira, 11 de junho de 2008

Nem sou particularmente fanática por futebol, mas quando se trata da selecção há sempre um fraquinho. Quando este fraquinho é uma óptima desculpa para um petisco com os amigos está mais que visto que é um óptimo programa! Se juntarmos um vitória lusa, então é simplesmente perrrrrrrfeito.
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Quero sentir os impulsos da doçura. Penso muitas vezes acerca da nuvem que cerca o nosso mundo. Vou criar a minha própria paleta de cores doces e festivas, vou pintar-me da cabeça aos pés, vou deixar a tinta bem fresca para contagiar tudo o que toco. Apercebi-me desde cedo de que nada vale agarrarmo-nos a esta pequena nuvem chata que teima em nos perseguir para onde quer que formos.Vou deixar de a alimentar, vou agarrar-te e vamos voar no mundo mais doce que alguma vez existiu. Vou desembacear a nossa bolinha de sabão, vou dar-lhe ar, preenche-la. Quero que ela seja cor de algodão doce, cor de verão, cor de amor...cor de nós,cor de tudo!
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terça-feira, 10 de junho de 2008
Para ti Nacho, o desejo de um dia muito feliz recheado de coisas boas. Muitos, muitos beijinhos e abraços cheiinhos de saudades.
Funtastic 4 Fuckers (hihihih)
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Para ti meu amor, que só tu conheces o meu coração, a minha alma, a minha vontade. Para ti meu amor que és mais do que o universo conheceu algum dia, que tocas as estrelas e mas entregas num raio de sol.
Para ti meu amor, bons sonhos... sonhos de veludo e cristal, sonhos escarlate, de fogo e de amor..
Junto a ti meu amor, uma noite nos teus braços...
He came riding fast like a phoenix out of fire flames
He came dressed in black with a cross bearing my name
He came bathed in light and the splendor and glory
I can't believe what the lord has finally sent me
He said dance for me, fanciulla gentile
He said laugh awhile, I can make your heart feel
He said fly with me, touch the face of the true God
And then cry with joy at the depth of my love
'Cause I've prayed days, I've prayed nights
For the lord just to send me home some sign
I've looked long, I've looked far
To bring peace to my black and empty heart
Ah, ah, ah
Ah, ah, ah, aaaaaah !
My love will stay 'till the river bed run dry
And my love lasts long as the sunshine blue sky
I love him longer as each damn day goes
The man is gone and heaven only knows
'Cause I've cried days, I've cried nights
For the lord just to send me home some sign
Is he near ? is he far ?
Bring peace to my black and empty heart
So long day, so long night
Oh Lord, be near me tonight
Is he near ? is he far ?
Bring peace to my black and empty heart.
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