segunda-feira, 9 de junho de 2008

A não perder...

Bem, como uma grande amante do mundo cinematográfico, decidi fazer hoje uma pequena lista daqueles que eu considero serem filmes a não perder:)
Natural Born Killers (intensa história de um casal de assassinos, Mallory e Mick, glorificados por um pretensioso jornalista, que faz deles aclamadas celebridades junto do público. Fantástica metáfora ao tempo e ao amor, dura e severa crítica à violência e obcessão dos media. Banda sonora arrebatadora e diversificada, que vai desde o punk rock até as doces melodias de leonard cohen.)
Elizabethtown (tributo à mudança e motivação. Drew Baylor é um jovem deprimido, com tendências suícidas, sobre quem o mundo desabou. Inesperadamente e no meio de tudo o que poderia signifcar o fim da sua vida, encontra na espontaneidade e libertadora força de viver de uma hospedeira de bordo, o significado de existir. Um filme delicioso, preenchido por promenores arrebatadores e uma banda sonora simplesmente perfeita.)
3. Martian Child (confesso que não estava com vontade nenhuma de ver este filme, não gosto especialmente das interpretações de John Cusack. Contudo, numa daquelas noites de insónia, em que já não sei mais o que fazer, coloquei-o no dvd. O resultado está aqui. Muito à semelhança do Princepezinho, Martian Child relata a fascinante história de amor incondicional entre um escritor de ficção e o seu recém filho adoptado, que acredita ser um ET. Acima de qualquer juízo de valor, de qualquer raíz moral, esta película fala-nos de adaptação, empatia e aceitação incondicional.)
4. American History X (brilhante interpretação de Edward Norton que representa um homem cujo passado é marcado pela violência e crença nos ideais nazis. Durante a estadia numa prisão, apercebe-se que pode ser algo mais do que aquilo que representa para si próprio e para os outros. Assim tenta voltar-se contra os seus ideais e ajudar o seu irmão, para o qual representava simplesmente um exemplo de vida).
5. Alpha Dog (história baseada em factos reais que revela a fragilidade das nossas fronteiras e o consequencialismo inesperado que acções inusitadas podem ter.)

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